Content Design

Estou cursando o Módulo Content Design, o quinto do curso Online, Hybrid and Blended Education. Nas próximas semanas, portanto, vou atualizar este post dinamicamente.

Introdução ao Design Instrucional

Culatta, R. (2013). ADDIE Model. (no final diz que o documento é cortesia da Wikipédia!!)

Dick, W., Carey, L., & Carey, J. O. (2009). The systematic design of instruction (7th ed.). Upper Saddle River, NJ: Pearson Education Inc.

Gustafson, K. L., & Branch, R. M. (2002). Survey of instructional development models (4th ed.). Syracuse, NY: ERIC Clearinghouse on Information and Technology.

Dupin-Bryant, P. A., & DuCharme-Hansen, B. A. (2005). Assessing student needs in web-based distance education. International Journal of Instructional Technology & Distance Learning, 2(1).
Interessante artigo que propõe a avaliação das necessidades dos estudantes em 5 áreas: Computer skills, Learning styles, Available resources, Learner’s desired outcomes e Prior learning experiences. O processo de análise é dividido em fases: Define the purpose, Choose the assessment methods, Develop a timeline for data collection, Conduct the student needs assessment, Analyze the data e Match student needs with the learning environment. Por fim, sugere: “The final and most important step in the needs assessment process is to match student needs with course strategies, methods, and activities that will facilitate learning in the web-based environment.”

Texas Tech University. (n.d.). Writing and assessing course-level student learning outcomes.
Longo texto, com exemplos e bibliografia, sobre elaboração e análise de objetivos de aprendizagem.

Watkins, R. (2008). Needs = gaps in results.
Um site com inúmeros recursos e fontes sobre análise de necessidades.

Design

Marzano Research Laboratory. (2009). Research strategies.

Strickland, A. W. (n.d.). ADDIE.

Ferlazzo, L. (2009). The best resources for helping teachers use Bloom’s taxonomy in the classroom.
Uma lista extensa sobre o uso da taxonomia de Bloom em educação.

Iowa State University. (2009). A model of learning objectives
Muito legal, blocos interativos da Taxonomia de Bloom revisada: conforme você clica nos blocos, surgem os objetivos de aprendizagem. E há também vários outros recursos descritos na página.

Overbaugh, R. C. & Schults, L. (n.d.). Bloom’s taxonomy.

Clemson University. (n.d.). Bloom’s taxonomy action verbs
Quadro interativo da taxonomia de Bloom com links para vários verbos.

The Learning Manager. (n.d). Developing clear learning outcomes and objectives.
Um texto com orientações para a elaboração de objetivos de aprendizagem claros.

Pinellas School District, & Florida Center for Instructional Technology of the University of South Florida. (n.d.a). Classroom assessment: Constructed response.
Dicas para elaboração de diferentes tipos de questões.

Development

Nagy, J., & Fawcett, S. (2013). Developing an action plan.
Um breve capítulo com orientações sobre como desenvolver um Plano de Ação.
Parte da Community Tool Box – recurso gratuito da University of Kansas para aqueles que trabalham para construir comunidades mais saudáveis e gerar mudança social. Aqui 46 capítulos de temas diversos, mas há outras ferramentas no site.

Scivally, A. (2012). Ten online training do’s and don’ts.
Post com sugestões sobre o que fazer (e não fazer) no desenvolvimento de treinamentos online.

Fougere, N. (2009). Top 6 tips on course design from an instructional designer.
Brevíssimas dicas de um Designer Instrucional sobre design de cursos.

Kirk, K. (2013). Tips for designing online courses.
Dicas para desenvover cursos online com vários links, referências e recursos
Karin Kirk, Science Education Resource Center, Carleton College

Las Positas College. Best practices in designing online courses. Retrieved from

http://lpc1.clpccd.cc.ca.us/lpc/blackboard/best_practices/

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Metodologias Ativas

Este é um post em construção que se propõe a categorizar, exemplificar e indicar fontes para diferentes tipos de metodologias ativas de ensino, que convidam os alunos a uma posição de maior responsabilidade na condução de seu processo de aprendizagem, promovendo assim sua autonomia. Pode-se dizer que a proposta de learning-by-doing representa, ao menos em parte, o que se concebe como metodologias ativas.

Talvez seja importante distinguir metodologias, em um sentido mais amplo, de técnicas, em um sentido mais pontual.

Exemplos a serem explorados:

Game-based learning – aprendizagem baseada em games
Tomado aqui em um sentido amplo, inclui o uso de mundos virtuais e simulações. Modelagem de processos e sistemas talvez possa ser classificada separadamente.

Case Studies – Estudos de Caso
Podem envolver debates e discussões.

PBL – Problem-based Learning – aprendizagem baseada em
problemas

Pode envolver brainstorm, debates e discussões.
A aprendizagem baseada em problemas pode utilizar cases, mas convém classificar as duas metodologias separadamente.
O artigo Metodologias ativas de aprendizagem na Educação Profissional e Tecnológica sugere etapas da aplicação da ABProb.

PBL – Project-based Learning – aprendizagem baseada em projetos
É interessante notar que como projetos podem ser bastante amplos, podem incorporar, em seus processos, diversas outras metodologias ativas.
Pode-se pensar em diferentes tipos de projeto:

- Projeto construtivo: tem em vista construir algo novo, introduzindo alguma inovação, propor uma solução nova para um problema ou situação. Possui a dimensão da inventividade, seja na função, na forma ou no processo.
– Projeto investigativo: destina-se ao desenvolvimento de pesquisa sobre uma questão ou situação, mediante o emprego do método científico.
– Projeto didático (ou explicativo): procura responder questões do
tipo: “Como funciona? Para que serve? Como foi construído?” Busca
explicar, ilustrar, revelar os princípios científicos de funcionamento de
objetos, mecanismos, sistemas etc.
(Metodologias ativas de aprendizagem na Educação Profissional e Tecnológica)

Confirma uma imagem com diferenças sugeridas entre os dois tipos de PBL:


Fonte: Project-Based Learning vs. Problem-Based Learning vs. X-BL

Há também uma comparação em Metodologias ativas de aprendizagem na Educação Profissional e Tecnológica.

Provavelmente mais adequadamente classificados como técnicas estariam:

  • Seminários

  • Um eixo possível de categorização, que talvez possa ser concebido separadamente das metodologias e técnicas, é o de atividades individuais, em pequenos grupos e em grandes grupos.

    Importante ressaltar a importância do alinhamento entre os objetivos de aprendizagem, as metodologias de aprendizagem e atividades propostas, e os instrumentos e estratégias de avaliação.

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    ePortfólios 2015/2

    Esta é a lista de e-Portfólios apresentados no curso Inovação em Tecnologias Educacionais da Universidade Anhembi Morumbi no 2 semestre de 2015. Confira aqui os ePortfólios apresentados em 2014/2 e 2015/1.

    DANIELLA DO VAL PINHO

    EDILENE LIMA DA SILVA

    GILBERTO FREIRE BIASOTO

    KARIN REGINA DA ROCHA COSTA

    LEANDRO CARLOS DA SILVA

    MELODY PABLOS SOUZA

    PAULO FERNANDO JANUARIO

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    Tecnologias da Aprendizagem

    Participei hoje da Oficina Tecnologias da Aprendizagem na Universidade Anhembi Morumbi.

    Algumas sugestões de ferramentas.

    Padlet – um mural em branco que pode ser utilizado pelos alunos, sem necessidade de login, por exemplo para um brainstorm, uma aula inaugural etc.

    emaze – prepara apresentações dinâmicas, como alternativa ao Powerpoint. Você pode também importar e exportar arquivos de powerpoint.

    PowToon – produz animações legais muito rapidamente. A curva de aprendizagem é muito simples.

    Socrative – testes, avaliações e competições. Ferramenta ótima para utilizar em dispositivos móveis, incluindo celulares.

    Presentation Skill – isso não fez parte da oficina, mas é uma estratégia pedagógica da Laureate – orientar os alunos no desenvolvimento de apresentações orais.

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    Online Engagement and Feedback

    Estou cursando o Módulo Online Engagement and Feedback do LIU Certificate of Education Online, Hybrid and Blended Education.

    Listo aqui alguns recursos apresentados no curso.

    Miller, M. (2012, January 18). Tame the beast: Tips for designing and using rubrics. Edutopia.
    Curto post da Edutopia com algumas dicas para o uso de rubricas.

    Moodle. Scales.
    Apresentação do uso do recurso de Scales do Moodle.

    Felder, R. (n.d.). Student-centered teaching and learning. (n.d.).
    Uma revisão bibliográfica com muitas indicações de leitura sobre o tema.

    The European Students’ Union, & Education International. (2010). Student-centered learning: Toolkit for students, staff and higher education institutions.
    Uma publicação longa e rica sobre o tema.

    Sull, E. C. (2009, November 10). Taking a learner-centered approach in online courses.
    Um curto post do Faculty Focus sobre o tema.

    Apps in Education (blog).

    Edudemic: connecting education and technology (blog).

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    Linguagens de Programação

    What Code Should You Learn? - Via Who Is Hosting This: The Blog

    Source: WhoIsHostingThis.com

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    Horizon Report 2015 Universidades Brasileiras

    Está disponível online, para download gratuito, o Panorama Tecnológico NMC 2015 Universidades Brasileiras, uma publicação regional do Horizon Report.

    [photopress:NMC_2015.jpg,full,pp_image]

    O Horizon Report é uma publicação do NMC – New Media Consortium e procura mapear as tendências em tecnologia que têm o potencial de impactar a educação em um horizonte de 5 anos. Os Horizon Reports são hoje segmentados; há por exemplo relatórios voltados para a educação básica, educação superior, bibliotecas, museus e por países e regiões.

    Esta é a edição que procura mapear a influência das tecnologias nas universidades brasileiras. Aqui você pode acessar e baixar os pdfs em português e inglês. Fica também disponível online o wiki em que todo o trabalho foi realizado.

    Previmos em um horizonte de até 1 ano que as seguintes tecnologias impactarão a educação:
    * Computação na Nuvem (Cloud Computing)
    * Publicação Eletrônica
    * Aprendizagem Online
    * Redes Sociais

    Período para adoção de 2 a 3 anos:
    * Traga Seu Próprio Dispositivo (Bring Your Own Device)
    * Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom)
    * Análise da Aprendizagem (Learning Analytics)
    * Aprendizagem Móvel

    Período para adoção de 4 a 5 anos:
    * Realidade Aumentada
    * Aplicações Semânticas
    * Tradução Instantânea
    * Laboratórios Virtuais e Remotos

    Há muito mais coisas para explorar: principais tendências que aceleram a adoção de tecnologia, desafios significativos que impedem a adoção de tecnologia e desenvolvimentos importantes em tecnologia educacional. Divirtam-se!

    Tive o prazer de participar do Comitê de Especialistas de mais esta edição.

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    Transformando migrantes em residentes

    No dia 12/10/15 fiz a Conferência de Abertura da COIED 2015.

    Este foi o e-mail enviado pela Coordenação para todos os inscritos, resumindo o primeiro dia do evento.

    ***

    Ontem o dia 1 da COIED3 trouxe-nos as chamadas “butterflies in stomach”.Apesar da nossa quase veterania, abrir a cortina do palco e começar o espetáculo tem sempre disto. E ainda bem. É sinal que estamos a tentar dar o melhor, sabendo que nem sempre as coisas correm bem. “Break a leg”, diriam os amigos se de teatro se tratasse.

    O nosso tema de abertura “Ser professor digital – transformando migrantes em residentes” foi o mote para que o Professor João Mattar nos levasse a revisitar os conceitos de nativo e emigrante digital. De facto, nunca é demais lembrar que os meninos e jovens de hoje vivem num mundo digital, onde aprendem muito numa abordagem informal, mas com informação e práticas nem sempre estruturadas e orientadas.

    Um dos papéis do professor digital de hoje acaba por ser, também, o de promover a passagem das destrezas e competências informais, normalmente reduzidas, para algo mais sólido, no caminho da inclusão digital de nível superior e naturalmente para a inclusão social de todos.

    Estão os professores preparados? Alguns sim outros não, mas é uma evidência que a formação contínua nesta área é fundamental.

    Estão os alunos à altura de uma cidadania digital? Sim, estarão, se forem também eles ensinados e orientados para um uso das tecnologias digitais para além da facilitação das comunicações nas redes sociais.
    O futuro começou ontem e nós, cidadãos, encontramo-nos no centro de um processo de migração contínua para contextos constantemente renovados.

    13 de outubro 2015

    CO da COIED

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    Avaliação

    Coloquei uma provocação no meu Facebook:

    Quem trabalha especificamente com a questão da avaliação em educação? Sei que é uma pergunta que pode não fazer muito sentido, mas queria saber quais vocês consideram as referências básicas na área, no sentido de autores e especificamente livros (não artigos).

    e choveram respostas interessantes. Montei uma bibliografia sobre avaliação em educação baseada nas respostas.

    HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 33. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

    LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.

    HOFFMANN, Jussara. Avaliação: mito e desafio. 44. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

    HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2005.

    HOFFMANN, Jussara. Avaliação para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.

    ESTEBAN, Maria Teresa; SILVA, Janssen Felipe; HOFFMANN, Jussara. Práticas avaliativas e aprendizagens significativa. 10. ed. Porto Alegre: Mediação, 2013.

    LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2011.

    HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

    HADJI, Charles. A avaliação, regras do jogo. Porto: Porto Editora, 2003.

    PERRENOUD, Philippe. Da excelência à regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed: 1999.

    PACHECO, José; PACHECO, Maria de Fátima. A avaliação da aprendizagem na Escola da Ponte. Wak, 2012.

    LUCKESI, Cipriano Carlos. Sobre notas escolares. São Paulo: Cortez, 2014.

    HADJI, Charles. Ajudar os alunos a fazer a autoregulação da sua aprendizagem: por quê? Como? São Paulo: Melo: 2011.

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    e-Portfólios 2015/1

    Esta é a lista de e-Portfólios apresentados no curso Inovação em Tecnologias Educacionais da Universidade Anhembi Morumbi no 1 semestre de 2015 e as ferramentas usadas. Confira aqui a lista dos e-portfólios apresentados em 2014/2.

    Alexandra Sin – Wix

    Carolina Wolff – Wix

    Jacqueline Florêncio – Jimdo

    Klaibert Miranda – Kuarto

    Michele Pires – Simple Site

    Paula Ynemine – Wix

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